Hero Desktop Hero Mobile

Caso

Vazamento

de Óleo

LUTE PELO QUE É JUSTO.

Faça parte da ação coletiva que busca reparação na justiça da Inglaterra pelo vazamento de óleo no litoral brasileiro.
Registre seu interesse

Notícias

Acordo Seguro
Defeso 2015/2016

O acordo seguro defeso 2015/2016 está mantido pelo TRF1 em julgamento do dia 27/11/2024.

Faça seu cadastro CLICANDO AQUI

Se já fez o cadastro, acompanhe as atualizações pelos canais oficiais da CNPA.

Leia mais
Acordo Seguro
Defeso 2015/2016

A

CNPA

A Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores é a entidade que representa os interesses da classe no Brasil. Nossa história se mistura com a própria história dos pescadores no Brasil.

É preciso voltar mais de 100 anos para entender melhor. Você consegue imaginar o Brasil importando peixes, mesmo com todo o nosso potencial tanto no litoral quanto nos rios e lagos? Pois era isso que acontecia no começo do século XX.

Para incentivar a atividade pesqueira, o governo do Brasil fundou as primeiras colônias de pescadores a partir de 1919. Além disso, após a Primeira Guerra Mundial (1914-1917), o Estado passou a ver a importância de defender o extenso litoral brasileiro.

O governo viu nos pescadores um importante aliado na defesa nacional. Afinal, quem conhece melhor os segredos de rios e mares? Pescadores têm um mapa mental sobre a geografia do lugar, conhecem rios, furos, canais, atalhos, lugares rasos e fundos. Todo esse conhecimento era de interesse do Estado.

Imagem final
Imagem 4 Imagem 5

Colônia significa agrupamento, aglomerado. Foi isto que
foi feito: pescadores foram agrupados de acordo com seus interesses. Para poder pescar, os pescadores eram obrigados a se matricular nas colônias.

Em 1920, foi criada a Confederação dos Pescadores do Brasil. Para conquistar a confiança dos pescadores, o Estado prestou serviços gratuitos em embarcações, doou redes, ofereceu serviços de saúde, além de ter criado escolas para os filhos dos pescadores, chamadas Escoteiros do Mar.

Na década de 1930, a organização dos pescadores passou por algumas mudanças. Os pescadores deixaram de estar subordinados ao Ministério da Marinha e passaram para o controle do Ministério da Agricultura, que elaborou o primeiro Código de Pesca, subordinando os pescadores à Divisão de Caça e Pesca.

Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os pescadores voltaram a ser subordinados à Marinha.

Na década de 1960, o novo Código de Pesca foi instituído, estabelecendo normas para o exercício da atividade da pesca. A partir de então, a organização dos pescadores retornou para a tutela do Ministério da Agricultura, que instituiu um novo e único estatuto para todas as colônias de pescadores.

Em 1985, a Confederação Nacional de Pescadores mobilizou as federações estaduais para compor um grupo denominado
“Movimento Constituinte da Pesca”, que apresentou propostas aos parlamentares, que representassem os interesses dos pescadores. Após a promulgação da nova Constituição, em 1988, as colônias foram equiparadas, em seus direitos sociais, aos sindicatos de trabalhadores rurais. As colônias passaram a ter autonomia, sem
a intervenção do Estado.

A CNPA atua na articulação com o governo federal, no apoio
às federações estaduais e colônias locais, além de participar
de conselhos e fóruns relacionados ao meio ambiente, trabalho
e segurança alimentar.

Com um papel importante na defesa dos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas dos pescadores e aquicultores, a CNPA também atua no combate à pesca predatória, a regularização ambiental e fundiária de comunidades tradicionais, e o acesso a crédito e assistência técnica.

Trabalho e justiça
social para os pescadores do Brasil.

Imagem 1
Imagem 2
Imagem 3

Diretoria

Edivando Soares
de Araújo

Edivando Soares
de Araújo

PRESIDENTE

Maria José
da Silva Santos

Maria José
da Silva Santos

SECRETÁRIO

Pedro Jovem
dos Santos Júnio

Pedro Jovem
dos Santos Júnio

TESOUREIRO

Lucimara Henrique

Lucimara Henrique

VICE-PRESIDENTE

Rosangela Silva
do Nascimento

Rosangela Silva
do Nascimento

VICE-SECRETÁRIa

Fernando Luiz
Ribeiro Furtado

Fernando Luiz
Ribeiro Furtado

VICE-TESOUREIRO

Orlando
Palheta Lobato

Orlando
Palheta Lobato

1º Conselheiro Fiscal

Angelo Henrique Biazzoto

Angelo Henrique Biazzoto

2º Conselheiro Fiscal

José Guido Vieira
de Castro

José Guido Vieira
de Castro

3º Conselheiro Fiscal

Aurelino José
dos Santos

Aurelino José
dos Santos

Suplente

Jeronimo Arlindo
da Silva

Jeronimo Arlindo
da Silva

Suplente

Mauro Pedro
dos Santos

Mauro Pedro
dos Santos

suplente

Coordenadores Regionais

Mauro Pedro
dos Santos

Assunção do Socorro Correa Novaes

Região Norte

Mauro Pedro
dos Santos

Pedro Oliveira
Santos

Região Nordeste

Mauro Pedro
dos Santos

Elza Basto Pereira

Região Centro-Oeste

Mauro Pedro
dos Santos

Diva Helena
Nogueira Miyazaki

Sudeste

Mauro Pedro
dos Santos

Laurice Yoko Arita

Região Sul